Estilo francês tintim por tintim

Louca tem andado a vida e escasso o tempo e a disponibilidade. Pelo meio de todo este turbilhão, vou analisando e descobrindo redes sociais, cuja necessidade vou colocando em causa.

A propósito partilho uma conferência TED de um tipo que, sendo considerado millenial (nascido após 1982), está completamente fora de qualquer rede social e em 13 curtos minutos explica porquê. Está aqui a hiperligação.

Cada qual deve fazer um balanço dos pros e contras e perceber, afinal, para que serve *efectivamente* estar aqui ou ali…

Pelo que me diz respeito, continuo particularmente fã do Pinterest (e dizem as estatísticas que o mulherio dá cartas neste campo), pela utilidade que tem na minha vida.

É que há um antes e um depois do Pinterest, sim 😉

Já aqui tinha aflorado a questão, depois do filho nº3 tive um súbito e fulgurante desejo de dar uma volta ao meu estilo de adolescente presa no tempo, com jeans, t-shirts com bonecos (mas bonecos mesmo e não bandas de rock fixes…), os sempiternos ténis e a sweat com capuz.
Percebi que tinha chegado à idade adulta, por muito que isso me custe (e há dias que custa mesmo, acho que não estou só), e que estava na altura de tirar partido do que ainda tenho para dar. E foi aí que o Pinterest entrou.

No que diz respeito ao que vestimos, não há nenhum one size fits all: cada qual se identifica com determinado género, mais ou menos sério/descontraído, colorido/monocromático, liso/com padrões, etc. Esta rede social, que permite guardar tudo o que gostamos em pastas próprias, é uma fantástica ferramenta para podermos começar a descortinar uma lógica subjacente ao que nos apela à vista e que achamos que nos deve cair bem.

E, nesta descoberta, descobri que me puxa o pé… para França. Podia ser Itália, ou Espanha, mas a minha latinidade vai para esta mistura entre Norte e Sul da Europa, entre o intemporal e o actual.
Veio isto à mistura com uma cada vez maior consciência da sustentabilidade da moda, de que não vale a pena gastar uma tuta e meia por tretas mal acabadas, com maus tecidos, feitas com a exploração de desgraçados no outro lado do planeta e que passado uma estação vai directa para o lixo. Prefiro gastar mais, mas em menos peças, que duram, que têm bons materiais e que são feitas aqui perto, ou aqui mesmo. E para isso é melhor um clássico do que um vaipe.

Foi também em França que foi criado O MELHOR BLOGUE DE MODA que conheço (isto escrito por quem não frequenta nenhum). A chatice é que 1. é só para moda masculina (…) e 2. está em francês (o que pode ser um problema para muitos) (viva o Google Translate versão site inteiro).
O blogue em questão é totalmente independente – leia-se não é uma montra ao estilo olha que jeitoso eu fico vestido da marca X ou Y – e ensina, efectivamente, a escolher peças de roupa e a criar um guarda roupa que se adequa ao NOSSO estilo (masculino). E tem ainda um excepcional (e extenso e completo) dossier sobre o verdadeiro custo de uma peça de vestuário (ex. custo moral, custo ambiental, custo de reciclagem, etc.). O dossier
é este e o site é este. De nada.

Et voilà, ao analisar as imagens que me apelavam, comecei a descobrir os elementos que se repetem. O passo seguinte foi separá-los e organizá-los, para poder consultar facilmente antes de escolher a roupa para esse dia. Aqui está o TPC todo feito, se vos aprouver (mais uns quantos na conta Pinterest):

melro

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