Glamour très frenchy

Gosto particularmente da tirada da Maria do Seis mais Dois em que ela escreve “Maria, a incoerente”. E ainda sobre a coerência, costumo ouvir uma outra tirada bem castiça: “ninguém me paga para ser coerente”.

A mim ninguém me paga nem para escrever nem para ser coerente, por isso aqui vai um artigo ao melhor estilo mundano (yeah!).

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Com medo ou sem medo do que se passa no mundo, todos nós encontramos estratégias para levar a nossa vida com um pouco mais de leveza, ou bom humor, ou o que se queira. O noticiário não nos anima e a actualidade não nos deixa dormir em paz. Mas deixarmo-nos abater pelos horrores do mundo não vai ajudar grande coisa, sobretudo ao clima lá de casa, onde provavelmente já vamos precisar de uma dose maciça de paciência, para ter algum jogo de cintura para levar as coisas de forma positiva (se vos escapou, eis aqui o artigo sobre não podermos escapar à psicologia positiva!).

E, a talhe de foice, esta história de cintura – mais elegante e musculada (obrigada hipopressivos) – tem-me dado a volta à cabeça. E ando entretidíssima à cata de outfits estilosos para juntar à crescente colecção do pinterest 😉

Já por aqui escrevi (pouco) sobre moda e como a mesma se deve adaptar às nossas necessidades. Há trabalhos onde o aspecto e a forma de nos vestirmos tem mais ou menos impacto, muito conforme o sector a que nos dedicamos.

Uma verdade universal, ou lá perto, é que o tratamento que as pessoas nos dão varia conforme a pinta que temos.

A maior parte da comunicação é feita de forma não verbal, e a forma de nos vestirmos diz logo carradas de coisas sobre nós, porque somos percepcionados de modo diferente. Está isto correcto? É justo? Nem por isso, mas podemos tentar tirar partido da coisa a nosso favor…

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Pela minha parte ando a tentar perceber o estilo parisiense. Helàs, é para onde me puxa o pezinho (tamanho 40, sff).
Entre a gabardine, a camisola marinheira com riscas horizontais, os jeans skinny, as botas pelo tornozelo, o despenteado négligé chic e a maquilhagem ultra discreta (leia-se nude), lá vou tentando desconstruir o que aquelas tipas parisienses têm de glamouroso. E não é que têm mesmo?

Nesta pesquisa descobri um site (recente?) que tem piada, ao desmontar as ‘musas’. Uma delas tem uma tirada provocadora qb: Always be fuckable: when standing in line at the bakery on a Sunday morning, buying champagne in the middle of the night, or even picking the kids up from school. You never know.Caroline de Maigret.

Outra das musas é a ex editora da Vogue francesa, que diz acertadamente: Don’t be part of the throw away culture, buy pieces you plan to keep forever and wear oftenCarine Roitfeld. Nem mais – menos mas melhor, sem estarmos a entrar numa de usa e deita fora.

A propósito, e para concluir, este artigo está EXCEPCIONAL e fala tintim por tintim do verdadeiro custo das roupas que compramos. O artigo é extenso mas aborda todos os factores envolvidos, não na óptica de nos fazer sentir mal e culpabilizados, mas para reflectirmos antes de consumir. O site é um caso sério de blogue empreendedor na terra do Bleu/Blanc/Rouge – Bonne Gueule (infelizmente é dedicado à moda masculina 😥 ).

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Enfim, nada de muito profundo (eu avisei que ia ser mundano!), mas isto da moda e dos álbuns lava as vistas e dá inspiração para a altura de combinar as peças de roupa pela manhã, depois de acordar para a vida com o #desafiomaetinal, claro 😉

Alguém partilha este interesse pelo estilo très frenchy? Têm cromos álbuns do pinterest para a troca? Sou toda ouvidos 👂👂

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