O vídeo panaceia (para todos os ‘males’ da maternidade)

Descobri este vídeo há uns meses, depois de comprar o livro Como ser feliz com 1, 2, 3… filhos?. Comprei o livro numa altura particularmente difícil, grávida até às orelhas e à beira de um esgotamento. O vendedor falou tão bem do livro que decidi arriscar e comprei-o.

A autora, catalã, teve 18 filhos. Sim, leram bem, d.e.z.o.i.t.o filhos. 3 faleceram com problemas cardíacos, mas os restantes 15 estão aí para as curvas. Só isso já é obra!

O livro é extremamente prático, escorreito e straightforward e cumpre na perfeição aquilo a que se propõe: explicar, com casos concretos, como se pode ser feliz com um rancho de filhos y lo pasar bomba!, como acrescenta a autora. Ou seja, Continuar lendo O vídeo panaceia (para todos os ‘males’ da maternidade)

mais organização, (muito) menos stress

Quando chegou o bebé nº3, contrariamente ao que esperava, fiquei com uma enorme sensação de paz e calma. Durante muito tempo, vários dias, mesmo semanas consecutivas. Porquê? Porque tinha a sensação de controlo da situação.

Analisando à distância, a origem desta paz vem de três coisas: Continuar lendo mais organização, (muito) menos stress

Os dias são longos, mas os anos voam

Este texto foi originalmente publicado em inglês no The Art of Simple, da Tsh Oxenreider. Eis a tradução livre:

Querida tu mesma daqui a 20 anos.

Por esta altura é provável que tenhas o ninho vazio. É também provável que tenhas muito menos roupa para lavar e que de vez em quando ainda cozinhes demasiada comida, como dizia a minha mãe que aconteceu quando o meu irmão e eu saímos de casa. Talvez consigas mesmo Continuar lendo Os dias são longos, mas os anos voam

Uma certa nostalgia (e uma certa distracção)

A primeira vez que ouvi esta música, repito, a primeira vez, chorei baba e ranho. Chorei litradas de quentes e sentidas lágrimas. Nem vou ouvir agora para não ficar de novo no lastimável estado.

A canção é francesa (imagino que não tenha o mesmo efeito sobre quem não entende a língua) e chama-se En l’an 2001. No ano 2001, quando eu tiver 20 anos, diz o texto. Continuar lendo Uma certa nostalgia (e uma certa distracção)

Dia de Portugal

De Camões e das Comunidades Portuguesas.
Hoje.

Parece que este dia feriado foi instituído em 1933 como o Dia da Raça (?!) (lusitana portuguesa, subentendia-se). Esta designação alterou-se com o 25 de Abril de 1974, mas o feriado nacional continuou a ser celebrado no dia em que morreu Camões (só que uns séculos antes – 1580).

Para ilustrar esta data, de certa forma filha do Estado Novo, neste site dedicado à maternidade e afins, recordo um cartaz Continuar lendo Dia de Portugal

Na nuvem do berço ao túmulo*

*artigo da autoria de Mariana Sá e originalmente publicado há dias no site brasileiro MILC. É tão pertinente que decidi publicá-lo por inteiro aqui também:

Recentemente, duas notícias me deixaram intrigada: será que não há limites para o que pretendem podem com nossas crianças a pretexto de estarem oferecendo facilidades? A primeira notícia diz respeito ao pré-lançamento da Hello Barbie e a segunda é o lançamento de um You Tube para crianças.

O que as duas novidades têm em comum? Continuar lendo Na nuvem do berço ao túmulo*